(cusvirtual) Revista Periódicus lança nona edição com dossiê sobre crianças desviadas

Revista Periódicus lança nona edição com dossiê sobre crianças desviadas

A revista Periódicus acaba de lançar a sua nona edição. São 18 textos publicados no dossiê Crianças desviadas, sexualidades monstruosas, educação pervertida: paisagens alteritárias das infâncias. Além disso, a revista publica mais nove textos na sessão livre. O dossiê foi organizado por Alexsandro Rodrigues (UFES), Jésio Zamboni (UFES), Leonardo Lemos (UNESP), Marcelo Santana Ferreira (UFF) e Raquel Salgado (UFMT). Todo o conteúdo da revista, com 511 páginas, pode ser acessado em https://portalseer.ufba.br/index.php/revistaperiodicus

A décima edição da revista contará com o dossiê sobre Crimes de ódio e ataques morais contra feministas, LGBTs e defensores de direitos sexuais e reprodutivos. As pessoas interessadas em escrever sobre o assunto devem submeter os seus textos até o dia 2 de setembro de 2018, exclusivamente através do site da revista, em https://portalseer.ufba.br/index.php/revistaperiodicus. O dossiê será organizado por Tatiana Lionço, Valdenízia Bento Peixoto e Irina Bacci, vinculadas à UnB. A previsão é que a edição de número 10 da revista seja lançada no final de 2018. Confira a chamada completa em https://portalseer.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view/197

A Periódicus é uma publicação semestral do grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade (CUS), vinculado ao Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos, da Universidade Federal da Bahia. Na primeira vez em que a Capes avaliou a revista, a publicação recebeu os conceitos B2 nas áreas Interdisciplinar, Educação e Ensino e B3 em Sociologia, Psicologia e Artes. A revista é editada por Leandro Colling e Helder Thiago Maia.




--
Leandro Colling
Professor associado I do IHAC, professor permanente do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br e professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo - UFBA
Coordenador do Grupo de Pesquisa Cultura e Sexualidade (CuS) - http://www.politicasdocus.com/
Lattes:  http://lattes.cnpq.br/9841032316581104


--
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Cus Cultura e Sexualidade" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para cusvirtual+unsubscribe@googlegroups.com.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.

(cusvirtual) Fwd: Chamada Pública para livro "Práticas Sexuais"


Através da presente chamada pública, a Editora Devires convida a todas e todos a submeter propostas de textos inéditos para compor a coletânea "PRÁTICAS SEXUAIS: itinerários, possibilidades e limites de pesquisa".

Apresentação

A noção de sexo como um dispositivo regulador das experiências sociais e com diferentes realizações em cada coletividade, tempo e cultura é uma hipótese já estabelecida nas reflexões na grande área das ciências humanas e sociais. Desde as análises foucaultianas sobre a sexualidade como um dispositivo produtor de subjetividades, organizador de relações e veículo de constituição de regimes de governança e práticas de poder-saber tem sido produzido um instrumental crítico-analítico-descritivo capaz de pensar os modos de produção de normalidade e as possibilidades de abordagem do sexo e da sexualidade como categorias polissêmicas e contingentes, em uma relação de contínua atualização histórica onde repetição e diferença se misturam e conferem sentido um ao outro. Em alguma medida é a partir dessa localização polissêmica que o sexo assume o lugar controverso e produtor de disputas que ele tem, ao menos nas racionalidades ocidentais. Se tal polissemia (sexo-anatomia, o sexo-experiência, o sexo-discurso) confere alguma elasticidade no lócus a partir do qual e no modo através do qual o tema tem sido pensado, por outro lado não é de se ignorar que ainda persiste a perspectiva em torno da qual a variação sexual é (quase) sempre entendida como negativa – como argumentava Gayle Rubin -, sobremaneira em sociedades onde a perspectiva de normalização de corpos, desejos e experiências é imperativa e compõe um regime regulatório. É na sua realização mais imediata, o sexo-experiência, o encontro entre corpos em economias possíveis, a produção de pessoa e subjetividades políticas que os modos de captura do sexo podem ser vislumbrados. É nesse instante de fruição do desejo que o 'sexo' encontra uma confluência de regimes de regulação que canalizam fluxos de sentido para organizar formas de classificação, hierarquização e tecnologias de descrição de subjetividades e corporalidades. Ainda, é aí também onde se instaura uma recursividade onde é possível produzir conhecimento sobre o sexo a partir do próprio sexo em sua polissemia e ambiguidade. A desimportância, a pequenez miúda, a falta de lugar e os olhares de estranhamento ao se proceder a uma incursão com pretensões epistemológicas ou metodológicas sobre como o sexo e as experiências sexuais podem informar as instâncias de produção ou rejeição de relações, coletividades e modos de fazer político são persistentes nas imagens e debates contemporâneos, ainda bastante arbitrados por um formalismo conservador comprometido com

uma agenda que tipifica temas e questões como dignos de investimento (econômico, teórico, analítico, social) ou não. Considerando a pertinência de pensar um amplo universo de práticas sexuais, a presente coletânea visa reunir trabalhos das mais diversas áreas de conhecimento (ciências humanas, sociais, história e geografia, literatura e linguagem, saúde e saberes psi, educação, entre outras) em torno das possibilidades metodológicas, analíticas, descritivas e políticas de se pensar o sexo. Particularmente nos interessa trabalhos que problematizem a arena de produção de conhecimento sobre ou a partir das formas de experimentação sexual. As perguntas que nos provocam são: quais atores são eleitos como narradores privilegiados no debate sobre o sexo? Quais instâncias têm participado como dispositivo de atualização dos sentidos que o sexo assume na contemporaneidade? Como as ciências enquanto campo configurado por tensões e disputam tem encarado e manuseado o contexto de uma produção discursiva sobre, a partir de e em contextos de experimentação erótica e sexual? Interessa ainda trabalhos que reflitam sobre: (a) a constituição de instrumentos descritivos para abordagens que tematizem práticas sexuais; (b) as experiências de produção de encontro e atualização de sentidos para o que seja sexo em contextos de cidades pequenas, rurais ou marcados por diferenças étnicas ou quadros ontológicos distintivos daqueles que organizam as racionalidades nacionais; (c) experiências como assexualidade, celibato e frigidez; (d) as implicações políticas sobre a invisibilidade de pesquisas sobre relações heterossexuais; (e) interseções entre possibilidades afetivas e sexuais em contextos de transação e encontro; (f) espaços de organização do erotismo e do desejo na constituição de práticas sexuais; (g) pornografia, cinema, literatura, música e outras formas expressivas para pensar os universos do sexo; (h) relações entre trabalho, sexo e outros espaços de produção e controle das potências do corpo.

Normas para apresentação dos manuscritos

Os textos podem ser submetidos em formato DOC, DOCX ou RTF até 30 de junho de 2018 exclusivamente através da plataforma de inscrição, no link https://goo.gl/forms/i5UVf1qOI80rj5693. Na primeira página do texto deve constar o título, nome dxs autorxs junto com endereço de e-mail e telefone para contato. Recomenda-se que os textos não excedam o tamanho de 20 páginas. A formatação deve seguir assim: fonte Times New Roman, 12, espaçamento 1,5, margens de 3 cm. Figuras e ilustrações devem ter pelo menos 300dpi de resolução, e indicação de autoria.

Referências:

– citação indireta: (Deleuze, 2009), ou, …conforme Deleuze (2009)… – citação direta: (Deleuze, 2009, p.30) – se maior de três linhas ajustar com recuo de 3 cm sem aspas. – Deleuze, Giles. Sacher Masoch: o frio e o cruel. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.

Critérios de seleção e prazos

A seleção dos trabalhos adotará como princípio os seguintes critérios de avaliação: (I) Atenção ao interesse temático das propostas frente à chamada do edital público; (II) A qualidade argumentativa e a criatividade temática na condução dos textos; (III) Distribuição regional de autoras e autores de modo a garantir uma ampla representatividade regional conforme as propostas recebidas;

O volume de trabalhos selecionados não será predeterminado, ainda que a editora se reserve ao direito de cancelamento do projeto caso as propostas encaminhadas não sejam suficientes para compor a obra ou não atendam aos critérios de avaliação. O resultado preliminar dos trabalhos selecionados para compor a coletânea será comunicado através do e-mail com a aprovação ou pedido de correções até dia 30 de julho. Aos autores e autoras contemplados não incorrerá ônus para o custeio da obra, lhes sendo garantida também a cessão de até dois exemplares gratuitamente, além do direito autoral sobre seus próprios textos.

Da comissão avaliadora

As propostas encaminhadas serão avaliadas pelos responsáveis pela organização da obra, Thiago Oliveira (doutorando em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, mestre em Antropologia pela universidade Federal da Paraíba, com uma trajetória de pesquisa em torno das relações entre sexualidade, erotismo e espaço urbano, práticas sexuais e regimes de produção de diferença) e Helder Thiago Maia (doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense, autor dos livros 'O devir darkroom' e 'Cine(mão): espaços e subjetividades darkroom'). Quaisquer dúvidas podem ser encaminhadas para os e-mails publicações@editoradevires.com.br; thi_oliveira@usp.br ou helderthiagomaia@gmail.com.



--
Helder Thiago Maia
21-997078600



--
Helder Thiago Maia
21-997078600

--
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Cus Cultura e Sexualidade" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para cusvirtual+unsubscribe@googlegroups.com.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.

(cusvirtual) Fwd: Folder - Maio de 68, 50 Anos. E depois?


---------- Forwarded message ---------
From: messias bandeira <messias@ufba.br>
Date: Sáb, 19 de mai de 2018 19:09
Subject: Folder - Maio de 68, 50 Anos. E depois?
To: Edilene Dias Matos <edilenediasmatos@gmail.com>, Leandro Colling <leandro.colling@gmail.com>, mariseberta <mariseberta@uol.com.br>, Carol Barreto <demodee@gmail.com>, Jose Umbelino Brasil <umbelinobrasil@gmail.com>, Beto Severino <beto.severino452@gmail.com>, Ivan Maia de Mello <filosofenix@gmail.com>, Daniel Aragao <danaragao@gmail.com>


Prezad@s Colegas,

agradeco a tod@s pela participação no ciclo de debates.

Segue o folder com a programacao e os respectivos locais.

Abracos e bom final de semana.

Messias G. Bandeira
www.messias.art.br

--
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Cus Cultura e Sexualidade" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para cusvirtual+unsubscribe@googlegroups.com.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.