(cusvirtual) relatos de violências dentro da UFBA - projeto aceita!

Você já sofreu ou presenciou alguma violência e discriminação dentro da UFBA em função da identidade de gênero e/ou orientação sexual (sua ou da outra pessoa vítima)? Sua informação será importante para a elaboração de políticas de respeito à diversidade sexual e de gênero na UFBA.



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Leandro Colling
Professor do IHAC e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br
Coordenador do Grupo de Pesquisa Cultura e Sexualidade (CuS) - http://www.politicasdocus.com/
Lattes:  http://lattes.cnpq.br/9841032316581104


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(cusvirtual) Projeto para o respeito à diversidade sexual e de gênero na UFBA será lançado na quinta


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Projeto para o respeito à diversidade sexual e de gênero na UFBA será lançado no próximo dia 19 

Propor políticas para o respeito à diversidade sexual e de gênero na Universidade Federal da Bahia. Esse é o principal objetivo do projeto aceita!, que será lançado na próxima quinta-feira, dia 19 de outubro, às 16h, na Praça das Artes, no campus de Ondina, em Salvador. O lançamento contará com falas de diversas autoridades da UFBA, de coordenadores do projeto e performances artísticas. Além disso, no local será montado um estande da Defensoria Pública da Bahia para realizar um multirão para a  retificação de nome e sexo nos documentos de travestis e transexuais (ver abaixo dos documentos necessários).

O projeto aceita! inicialmente realizará uma escuta em toda a comunidade acadêmica para dimensionar a variedade dos problemas enfrentados por docentes, discentes, técnicos-administrativxs e tercerizadxs em relação aos preconceitos causados pela falta de respeito à diversidade sexual e de gênero na UFBA. Essa escuta será realizada através de um formulário eletrônico  (https://goo.gl/forms/Vspf7NFVe5JrU2Ac2) e de grupos focais nas unidades da Universidade. Após essa escuta, o grupo irá propor uma série de ações para uma política de respeito à diversidade sexual e de gênero na UFBA. O grupo é coordenado pelo professor Leandro Colling (IHAC) e pelas professoras Graciela Natansohn (Facom) e Maíra Kubik (NEIM), junto com mais nove bolsistas (Leandro Stoffels, Rosângela Maria Batista, Rebeca Sousa, Victória Santana, Samira Soares, Izzadora Sá, Crisângelo Cerqueira, Ariane Senna e Malayka SN). 

O projeto foi contemplado no Edital Sankofa , da PROAE (Pró-reitoria de Assistência Estudantil), e também tem como objetivo contribuir para a elaboração de um protocolo institucional contra as violências de gênero e sexualidade na UFBA, de modo a contemplar medidas de prevenção, sensibilização, divulgação e intervenção em casos de denúncias. 

O evento de lançamento do projeto contará com apresentações e performances artísticas diversas comandadas pela drag Malayka SN. Já estão confirmadas as apresentações da banca Transbatukada, composta por pessoas trans, e das artistas Rosa Morena, Amanda Moreno, Petra Perón, Rozin Daltro, Loren Tava, Kaysha Kutner, Cia Versátil, Ah Teodoro e Yuri Tripodi.

Mais informações sobre o projeto em:




 www.aceita.ufba.br (A ser lançado em breve)

As pessoas trans que desejarem ingressar com processo de retificação de nome devem trazer os seguintes documentos (original e cópia): RG, CPF, comprovante de residência, eventuais documentos sobre intervenção corporal ou hormonal, fotos que demonstrem que no convívio social se porta com o gênero auto-determinado, escritos (cartas, emails etc) diversos que comprovem que a pessoa já usa o seu nome social, certidão negativa de antecedentes criminais, quatro testemunhas com nome, identidade e endereço (não pode ser parente ou amigo íntimo), certidão do 4º cartório de protesto de títulos e documentos (localizado na rua Pará, Edifício Amazonas Empresarial, 278, Pituba), Certidão de Quitação Eleitoral, Certidão da Justiça Federal, Cível, Criminal e Execução Penal, Certidão da Justiça Estadual, Cível, Criminal e Execução Penal. Em caso da pessoa não estar com todos os documentos, deve comparecer ao local para abrir o processo.

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Leandro Colling
Professor do IHAC e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br
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(cusvirtual) Relações entre arte, gênero e sexualidade serão discutidas no XIII Enecult, na UFBA

Relações entre arte, gênero e sexualidade serão discutidas no XIII Enecult, na UFBA

 

Discutir as relações entre arte, gênero e sexualidade. Esse é o propósito de um simpósio que irá ocorrer nas manhãs (sempre a partir das 8h30) dos dias 14 e 15 de setembro de 2017, no auditório da Faculdade de Comunicação (Facom), da Universidade Federal da Bahia. O simpósio integra o XIII Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult) e contará com a presença de artistas que residem na Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Uma das pessoas convidadas é Miro Spinelli, artista transmídia e pesquisadorx. Atualmente, é mestrandx em Performance no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e integrante do Água Viva Concentrado Artístico. Uma das suas performances recebeu o nome de Gordura Trans, que foi realizada na UFBA durante o II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, em setembro de 2015 (foto). Outra convidada é Rosa Maria Blanca Cedillo, professora do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Santa Maria, artista e curadora. Ela é coordenadora do Grupo de Pesquisa de Arte e Subjetividades (LASUB) e líder do Projeto de Pesquisa Trânsitos (des)identitários: arte como processo de subjetivação.

Da Bahia, participarão artistas e/ou pesquisadorxs que trabalham com variadas linguagens: Maria Tuti Luisão (atriz, performer e transformista), Adriana Prates (DJ, produtora do Cena Queer e idealizadora do Cabaret Drag King), Annie Ganzala Lorde (artista visual e sapatão preta), Mônica Santana (jornalista, atriz e doutoranda em artes cênicas), Malayka SN (drag queer, monxtra e artista visual), Ah Teodoro (artivista, performer e drag queer), Tiago Sant'Ana (curador e doutorando em Cultura e Sociedade) e Eberth Vinícius Lima Coutinho (dançarino, realizador do Cena Queer e mestrando em Dança). O simpósio também contará com algumas apresentações artísticas das pessoas convidadas.

A coordenação do simpósio ficará a cargo de Leandro Colling (UFBA) e Marcelo de Troi (UFBA), integrantes do grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade (CUS), que está produzindo uma pesquisa coletiva sobre o tema do seminário.

Também no Enecult irão ocorrer três sessões do eixo Grupo de Trabalho Culturas, Gêneros e Sexualidades. As sessões irão ocorrer nas tardes dos dias 13, 14 e 15 de setembro, sempre a partir das 14h, na sala 106 do Pavilhão de Aulas Glauber Rocha, (PAF3), Campus de Ondina. Ao todo serão apresentados 18 trabalhos. A programação do GT pode ser conferida em http://www.cult.ufba.br/enecult/programacao-3/apresentacao-em-grupos-de-trabalho-nos-14-eixos-tematicos/

Leia a proposta geral do simpósio Arte, gênero e sexualidade (Auditório da Faculdade de Comunicação)

Nos últimos anos, temos assistido o surgimento, ou ressurgimento, de uma série de artistas que elaboram uma interessante e complexa relação entre práticas artísticas e discussões sobre gênero e sexualidade. A ideia do simpósio é ampliar essa reflexão e analisar mais detidamente determinadas produções artísticas, tentando responder às seguintes questões: quem são esses e essas artistas, de onde surgiram e o que fazem? Como e quais linguagens artísticas usam para realizar os seus trabalhos? Seria correto dizer que, ao mesmo tempo em que problematizam as próprias linguagens artísticas "tradicionais", elas problematizam as normas sobre gênero e sexualidade? Como cada coletivo ou artista produz os seus trabalhos? Quais os antecedentes dessas produções, em especial em nosso país? Que processos de subjetivação são acionados por essas produções? Tratam-se de produções que poderiam ser inseridas no clássico paradigma das identidades (gay, lésbica, trans) ou estamos assistindo a emergência de um conjunto de produções muito mais focadas na problematização e desconstrução das normas do que na afirmação identitária?


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Leandro Colling
Professor do IHAC e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br
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